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Bret Michaels - Custom Built (Poor Boy Records, 2010)

August 27th, 2010 by Editor

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Bret Michaels, o vocalista mais pé-frio - e ao mesmo tempo mais sortudo do mundo - está de volta! Longe de sua banda glam Poison, Bret retoma suas raízes country e sente-se livre para compor algo mais palatável. Além de sofrer de diabetes, ser acometido de uma hemorragia cerebral, ter um palco a desabar em sua cabeça, o cara se recuperou totalmente e ainda conseguiu vencer o reality show Celebrity Apprentice 3. Neste meio tempo, seu terceiro álbum solo já estava praticamente pronto. Porém, mesmo assim parece que Custom Built foi lançado meio que às pressas.

Canções como Riding Against The Wind, Lie To Me e o aclamado single Nothing To Lose em parceria com a cantora teen Miley Cirius (fato que ajudou a impulsionar as vendagens do CD ao 1º lugar da US Billboard Top Hard Rock Albums e Top Independent Albums, sem falar no 14º lugar no disputadíssimo Billboard 200) agradarão em cheio aos fãs das antigas e aos novos (se existirem). Se soar estranho aos moderninhos, Bret ainda teve a cara de pau de regravar um tema do Sublime, What I Got. Como não simpatizo com a referida banda, arrisco dizer que esta versão ficou até melhor. Ler mais… »

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O melhor Ozzy Osbourne da década

August 17th, 2010 by Editor

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Ozzy Osbourne sempre foi uma figura enigmática. O homem, o cantor, o ídolo, todas as suas faces transitaram por uma montanha-russa sombria de fatos, fases e reações do público, retratadas bem em sua recém-lançada biografia. Após alguns discos estacionados em um limiar pantanoso que não oferecia muita perspectiva de futuro – até mesmo por sua idade já avançada e um certo desprezo natural pelo rock, por alguém que já fez muito por ele –, Ozzy volta a surpreender.

Após três anos sem um lançamento de estúdio, Scream surge com a marca registrada do Príncipe das Trevas: a figura do grande guitarrista. Toni Iommi, Randy Rhoads, Jake E. Lee e Zakk Wylde marcaram a trajetória do velho louco do heavy metal com riffs matadores e solos marcantes. O novo álbum marca a entrada do ótimo Gus G. (Firewind, ex-Dream Evil), uma boa surpresa para quem venera a figura do guitar hero. Além dele, o baterista Tommy Clufetos (Alice Cooper, Ted Nugent, Rob Zombie) também é novidade e vem com a proposta de trazer um som renovado em relação aos últimos lançamentos do vocalista. Ler mais… »

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Terra de rock and… roll

July 19th, 2010 by Editor

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Muito frio e rock’n'roll na noite de terça-feira, em Santa Cruz do Sul. Dois eventos simultâneos (e ao “mesmo tempo”, he, he!) ditaram o ritmo do Dia Mundial do Rock, que podem, pela categoria, entrar definitivamente para o calendário dos acontecimentos oficiais. No Max Shopping Center, a praça de alimentação lotou para a gurizada curtir Metal Latex (foto), Avalanche, Jeremy e Lies About You em mais uma iniciativa bacana da TNT Rockstore e Rockabilly Foods & Drinks (não por acaso, empreendimentos de um mesmo dono, o Alexandre).

No Teatro do Mauá, o professor Waldy Lau aprontou mais uma de suas aulas de história tendo o pop rock como esteira dos acontecimentos que marcaram o mundo, na década de 1990. Tudo com o auxílio de seus colegas e alunos (“70 pessoas e um só coração”), uma impecável organização e impressionante qualidade musical, da banda que fez a trilha, das cantoras, dos músicos, enfim… Um evento que tem tudo para andar por aí, com suas próprias pernas e ser visto por todos que apreciam a boa música. E Waldy mandou bem, hein, dançando Backstreet Boys! Ler mais… »

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Confissões de um príncipe das trevas

July 12th, 2010 by Editor

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Diziam que eu nunca escreveria este livro. Bom, que se f… – porque aqui está ele. Tudo que preciso fazer é me lembrar de algo… Droga, não consigo me lembrar de nada.” É assim que começam as 384 páginas do divertidíssimo Eu Sou Ozzy, um dos mais recentes lançamentos da Benvirá – braço editorial da Saraiva –, que agora chega ao Brasil depois de ter figurado por semanas entre os livros mais vendidos nos EUA –, de acordo com a famosa listinha do New York Times. Sucesso absoluto.

E não são poucos os atrativos. A vida, das celebridades, sempre atraiu um expressivo número de pessoas. Curiosos, em sua maioria. Gente que projeta no seu ídolo, o que gostaria para si. É normal. Se esta celebridade é alguém como Ozzy Osbourne, 61 anos bem bebidos – ou melhor, vividos –, então, multiplique por cinco.

O “Príncipe das Trevas”, como se autoproclamou um dia, teve uma vida pouco ortodoxa até aqui, digamos assim. E nesta autobiografia passa a limpo desde fatos bizarros como arrancar a cabeça de um morcego vivo, com uma dentada, em pleno palco, até acontecimentos cotidianos, de um singelo e dedicado pai de família – afinal, são cinco filhos, uma dezena de cachorros, cobras, lagartos, e até uma mula de estimação, a Sally. Você já imaginou o Príncipe das Trevas preocupado com o sumiço de um ursinho de pelúcia, o Baby? Pois está lá, explícito em suas memórias. Ler mais… »

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Asia - Omega (Frontiers, 2010)

June 25th, 2010 by Editor

asia-omega.jpgOmega é o segundo álbum após a volta da formação original do Asia. Dando continuidade ao trabalho feito em Phoenix, a banda mantém um AOR bem alinhavado, sem muita frescura, porém, cada vez mais próximo ao som clássico dos primeiros álbuns. A faixa de abertura, Finger On The Trigger (na verdade uma regravação da dupla paralela Wetton/Downes), resume todo o estilo da banda. Melodias assoviáveis, riffs old school e teclados em destaque. Ao lado da mid-tempo Through My Veins, uma das melhores. O piano que introduz Holy Wars é o sonho molhado de todo fã de AOR, mais ainda na alegre Listen Children e na climática End Of The World. Light The Way tem toques oitentistas que agradará os saudosistas em cheio, sendo o refrão um dos pontos altos de Omega. Em Emily o piano mais uma vez se sobrepõe. Uma pequena orquestração abre Still The Same para depois Steve Howie dar uma palhinha na slide guitar. Uma balada com vocais emotivos em There Was A Time dá uma caída no clima positivo do álbum, mas a alegria volta em I Believe, com o baixo de John Wetton dando uma deslizada à la Gene Simmons na abertura (embora Asia e KISS não façam muito sentido numa mesma frase). Para encerrar a balada Don’t Wanna Lose You Now, que além de lembrar muito Heaven, de Bryan Adams, traz uma frase e melodia vocal que remete demais, por incrível que pareça, a Wonderwall do Oasis (”I don’t know how…”). Somente esta e a quarta canção (Ever Yours) não fazem jus a todo o repertório (e a capa, mais uma vez desenhada por Roger Dean, é o ponto fraco de sua carreira). Afora estes pequenos atos falhos, Omega é uma sequência tranquila de Phoenix, bem fiel ao estilo que consagrou estes músicos veteranos.

Nota 8.

[por Diego Winger]

www.originalasia.com

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Dark Tranquility em Curitiba

June 25th, 2010 by Editor

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O frio domingo de 13 de junho em Curitiba, é uma data a ser recordada, afinal já havia um bom tempo que um nome de peso dentro pertencente aos segmentos mais pesados do metal não se apresentava na cidade. A primeira surpresa da noite foi notável diferença no pequeno Hangar Bar, que munido de equipamento de áudio de 1º qualidade e palco remodelado mostrava o bom trabalho realizado pelos produtores do evento.

Por volta das 20h15 horas já com grande parte do público se apertando nas primeiras fileiras, adentra ao palco os paulistas do Of The Archaengel. Com um som nítido e sem os habituais problemas técnicos que costumam acometer os shows de abertura, a banda tocou 5 musicas e causou uma excelente impressão nos presentes com seu som intrigante e desafiador. No momento da execução da musica Black Raven algumas pessoas da plateia vibraram com o anúncio desta, fato esse que levou o até então fechado vocalista Alex Rodrigues a mostrar um lado mais divertido e carismático.

Após uma pausa para retirada de equipamentos e rápida checagem de som eis que o sexteto sueco Dark Tranquillity sobe ao palco e detona, logo de cara, At the point of ignition seguida de The Fatalist. O potente death metal melódico do grupo toma posse dos presentes e a banda se mostra muita felicidade com a reação calorosa do público curitibano, em especial, o vocalista Mikael Stanne.

O grupo optou por apresentar um set list equilibrado, mesclando músicas do último e poderoso trabalho We Are The Void com clássicos como Focus Shift, Final Resistance, Punish My Heaven e There In. Ao fundo um telão exibia diversas imagens com temas relacionados às musicas numa precisa sincronia enquanto a banda destilava, incansavelmente, petardos poderosos como Misery’s Crown, Iridium e a excepcional Lost To Apathy. Ler mais… »

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Roça ‘n’ Roll: irreverência, cultura e interação

June 18th, 2010 by Editor

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A cidade de Varginha, no Sul de Minas, é mundialmente conhecida como a Cidade do ET, mas entre os fãs de rock e heavy metal, a cidade é mais conhecida por sediar o maior evento musical do estado destinado ao estilo: o Roça ‘n’ Roll. A 12ª edição do festival, realizada no último sábado (12), reuniu milhares de pessoas de diversos locais do Brasil em busca de cultura e música pesada.

As atividades do Roça ‘n’ Roll 2010 iniciaram na sexta-feira (11) com o workshop do guitarrista Edu Parronchi. O músico apresentou a linha de produtos da Meteoro e ensinou técnicas para melhor utilização de amplificadores e pedais de efeito da marca. A inscrição no workshop foi trocada por um quilo de alimento não perecível e toda arrecadação será doada para entidades beneficentes de Varginha. Ainda na sexta-feira, as bandas Penisvaldos, Coice de Mula, Ossos de Banquete e Seu Madruga (AC/DC Cover) tocaram no Armazém Lounge Bar na festa de abertura do Roça ‘n’ Roll. Parte valor dos ingressos também foi trocado por alimentos.

Para o dia principal do evento, a Cangaço Produções Artísticas e a RB Produções preparam uma estrutura profissional com dois palcos ao ar livre, tenda alternativa, praça de alimentação, posto médico e estandes com produtos relacionados à cultura underground. A montagem do festival gerou emprego para mais de 150 profissionais entre autônomos e contratados por empresas prestadoras de serviços. Ler mais… »

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FM - Metropolis (Riff City Records, 2010)

June 18th, 2010 by Editor

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Se há um novo trabalho do gênero AOR que faça concorrência ao perfeito Can’t Slow Down lançado pelo Foreigner ano passado, este trabalho é Metropolis do FM. Steve Overland e Cia. voltam em grande estilo saciando a fome dos fãs com este irrepreensível título depois de quinze anos sem gravar. Hards melódicos como a faixa de abertura Wildside trazem vocais afinadíssimos, guitarras nervosas, backings perfeitos, cozinha sem frescura e teclados na medida. Assim como na pop e altamente palatável Hollow com seus violões na saideira. Alguma coisa mais séria na dramática Unbreakable e algo mais festeiro no riff à la AC/DC em Flamingo Road, uma das melhores, com um segundo refrão “surpresa” cheio de backings cantados em coro. Ambas dão o balanço necessário a este memorável trabalho.

A faixa título é um instrumental mais curto que coice de porco, um minuto e meio, cujo maior destaque é a guitarra de Jim Kirkpatrick. Na AORzíssima Over You, o piano de Jem Davis soa muito similar à Cold As Ice do supracitado Foreigner, sem ser mera cópia. Days Gone By é aquela baladaça com uns “na-na-nas” no refrão e uma tecladeira sem limites. Apesar de toda sua alegria, o final dá uma virada que cai numa leve melancolia. E justamente neste clima a oitentista Bring Back Yesterday inicia. Outro refrão memorável e letra saudosista. Mais um pop radiofônico em I Ain’t The Only One e mais hard rock na sequência com Don’t Need Nothin’. Ler mais… »

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Tod Howarth - Opposite Gods (Independente, 2010)

June 4th, 2010 by Editor

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Sempre associado aos grupos de que fez parte no passado como 707, Ted Nugent, Cheap Trick e, principalmente, Frehley’s Comet (do ex-guitarrista do KISS, Ace Frehley), o multinstrumentista Tod Howarth segue sua independente carreira solo. Composto, gravado e produzido totalmente por ele, Opposite Gods destoa das supracitadas bandas, principalmente no quesito lírico. Howarth usa e abusa do cinismo em suas letras, em sua grande maioria questionadoras. Já começa descendo o cacete na vida frívola das celebridades que nascem como chuchu na cerca na pesada Drown, que abre os trabalhos sob riffs esmagadores, ponte e refrão memoráveis. Vocais agressivos mas melódicos continuam sendo sua marca registrada.

Way Down South mantém o ritmo frenético, em sintonia com o tema familiar caótico de que se trata. Porém, é na faixa-título (cujo baixo soa como uma pedrada) em que o bicho pega. A letra questiona a validade da instituição religião e categoricamente afirma: “They ingest a faith, they enforce with fear, lies are what you’ve been told, open your eyes to what you’ve been sold (…)”. Se fosse um Chico Buarque da vida, daria muito o que falar! Um assunto pessoal é abordado na dramática Jimbo’s Bunk, sobre um amigo que ficaria paralisado da cintura pra baixo após um acidente. Tema abordado com exagerado glamour numa recente telenovela, Howarth é muito mais realista. Ler mais… »

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Aerosmith empilha hits abaixo de chuva em POA

May 28th, 2010 by Editor

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O rock superou a chuva na noite desta quinta. Por pelo menos duas horas, essa foi a regra para os cerca de 15 mil espectadores (segundo estimativa da organização) que foram ao estacionamento da Fiergs, na zona norte de Porto Alegre, conferir o primeiro show do Aerosmith em Porto Alegre. Apesar da garoa constante, a banda norte-americana manteve o público empolgado ao empilhar hits durante a apresentação.

Foi com o desenrolar de uma cortina gigante contendo o símbolo da banda, às 22h02min, que o público foi ao delírio pela primeira vez na noite. Era o sinal de que o quinteto de Boston daria início ao show. E assim foi. Menos de três minutos depois, lá estava a turma comandada pelo performático Steven Tyler. Aos 62 anos, ele apareceu com uma energia de garoto, vestindo calça, casaco e chapéu brilhantes, óculos escuros e com as unhas pintadas de preto. Ler mais… »

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Dokken - Greatest Hits (Cleopatra, 2010)

May 28th, 2010 by Editor

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Quando em tempos bicudos as bandas outrora mainstream já não são mais donas de seu catálogo, o negócio é regravá-lo para futuros licenciamentos sem ter que deixar uma grande fatia dos lucros restritos à gravadora que detém os direitos das gravações originais. Artistas consagrados como KISS e Journey, hoje - por incrível que pareça - independentes, já apelaram para esta estratégia. Não tão em voga atualmente, o Dokken lança mão do mesmo recurso em Greatest Hits. Porém, o selo que distribui este álbum é o norte-americano Cleopatra, famoso por liberar novas produções de forma um tanto despojada, vide o caso do Warrant no pobretão Greatest And Latest (1999).

A atual formação do Dokken conta com o líder fundador e vocalista Don Dokken, o baterista remanascente da formação original Mick Brown, o guitarrista e também advogado da banda Jon Levin e um tal de Sean McNabb no baixo. Com um repertório respeitável na década de 80, torna-se até previsível a escolha dos temas. Porém, o tio Don já não tem aquela voz toda faz tempo… Na abertura com Just Got Lucky logo pode-se antever o que será este álbum. Don se cagando todo para atingir as notas mais altas, ou melhor, simplesmente as ignorando ao cantá-las em tons mais baixos. Todas as canções aqui apresentadas trazem vocais comedidos, tímidos e mornos. Assim como a produção. Ler mais… »

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Avenged Sevenfold - Nightmare (Warner, 2010)

May 28th, 2010 by Editor

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Dia 18 deste mês foi lançado o primeiro single da banda californiana Avenged Sevenfold com Mike Portnoy (Dream Theater) assumindo a bateria depois da morte de The Rev. A faixa Nightmare é o primeiro lançamento das últimas composições de The Rev que era (e continua sendo, de certa forma) o principal compositor da banda. Pelo que se pode escutar, o som continua muito parecido com os outros CDs. Pra quem é fã de Mike Portnoy e escuta muito Dream Theater e Translatic, pode-se notar seu estilo no som da bateria e no jeito de tocar, mas isso é coisa de fã mesmo! Enfim, um single muito bom e esperamos que seja um grande álbum.

Nota 9.

[por Gustavo Sehnem]

www.avengedsevenfold.com

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Rock cru dos barbudos

May 24th, 2010 by Editor

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A frente fria que passa por São Paulo ajudou o ZZ Top, que fez nessa quinta-feira (20) seu primeiro show no Brasil. Munidos de suas jaquetas e coletes de couro, os fãs da banda, que se misturam com entusiastas de carros e motocicletas, viram o trio texano mostrar seu rock cru e sem firulas para seis mil pessoas na Via Funchal. Depois de uma estranha introdução com música eletrônica, às 22h30, o inconfundível timbre da guitarra de Billy Gibbons encheu o ar da casa. Mais inconfundível que os riffs do músico, só sua longa e grisalha barba, assim como a do companheiro, Dusty Hill, marca registrada da banda.

Sem pestanejar, o trio, que é completado pelo baterista Frank Beard, mandou três músicas na sequência: Got Me Under Pressure, Waitin’ For The Bus e Jesus Just Left Chicago. Enquanto isso, imagens no telão davam o ambiente de garagem tão familiar para seus fãs. Vídeos de carros, motos, ferramentas e claro, mulheres sensuais, eram exibidos durante as canções. Passeando entre blues e rock, Billy Gibbons e Dusty Hill se divertem intercalando seus riffs, solos e alguns tradicionais passos que fizeram história nos clipes da banda. Em I’m Bad, I’m Nationwide, a dupla faz até um “duelo” de riffs. Mesmo sendo claramente ensaiado, o momento é suficiente para levar os fãs ao delírio. Ler mais… »

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Slash - Slash (Music Brokers, 2010)

May 21st, 2010 by Editor

slashsolo.jpg Slash, icônico ex-guitarrista do Guns N’ Roses lança seu primeiro álbum propriamente dito, dando um tapa de luva na cara do seu ex-parceiro Axl Rose que há pouco tempo lançou o esquisito Chinese Democracy. Pois Saul Hudson (seu nome de batismo), que de bobo não tem nada, chamou pro batente grandes nomes da cena rockeira do passado e da atualidade: Ian Astbury, do The Cult, o eterno príncipe das trevas Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Iggy Pop e Lemmy Kilmister (Motörhead), todos tiros certeiros. A faixa de abertura Ghost, com vocais de Astbury, que ainda traz Izzy Stradlin, também ex-Guns N’ Roses na segunda guitarra, é simplesmente a melhor do álbum. Onde Ian mete a boca (no bom sentido), soa como The Cult. Aqui não é diferente. O refrão empolgante gruda logo na primeira audição e permanece até o fim.

Ozzy Osbourne, embora sempre se saia melhor nas canções mais pesadas do que nas baladas, faz bonito em Crucify The Dead, cuja letra parece uma cutucada num certo ex-amigo de Slash. O guitarrista utiliza alguns licks um pouco diferentes dos de costume. Uma agradabilíssima surpresa é Fergie Ferguson, cantora do tal de Black Eyed Peas em Beautiful Dangerous; com muito feeling e garra, põe no chinelo muito marmanjo com cara de mau, vide os malas Myles Kennedy (Alter Bridge) em Back From Cali e Starlight, bem como M. Shadows (Avenged Sevenfold) em Nothing To Say. Ambos são vocalistas que sofrem daquela ressaca pós-grunge: cantam como se tivessem uma batata quente na boca. Chris Cornell, o superestimado ex-vocalista do Soundgarden e Audioslave, reaparece em Promise. Uma semi-balada pop sem graça, assim como seus trabalhos solo, embora Slash esteja inspirado em seus arranjos. Ler mais… »

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Com srip no palco, Manowar empolga mas esquece clássicos

May 10th, 2010 by Editor

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Além da tradicional maré de camisetas pretas que invadiu o Credicard Hall, em São Paulo, nesta sexta-feira (7), a noite regada de metal do Manowar ganhou alguns extras para empolgar o público, cerca de 6,3 mil, segundo a assessoria. Fora os intermináveis banhos de cerveja, air guitars (quando se finge estar tocando sem o instrumento) e chicoteadas com os cabelos dos headbangers, o grupo ainda levou ao palco um grupo de quatro garotas que se despiram para o deleite dos fãs e um sortudo que tocou guitarra junto com a banda.

Horas antes do show, fãs já se aglomeravam nos arredores da casa de shows. Alguns mais empolgados aproveitando a temática proposta pela banda fizeram questão de usar acessórios medievais como chapéus com chifres e espadas. Aos urros, brincavam entre em si recitando algumas letras. Por volta das 22h30, as luzes finalmente se apagaram para o início da apresentação. Ler mais… »

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Crazy Lixx - New Religion (Frontiers, 2010)

May 7th, 2010 by Editor

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A banda glam sueca mais cara-de-pau do mundo Crazy Lixx volta seguindo a mesma fórmula do álbum de estreia: copiar os ídolos. Ecos escancarados de ícones do hard rock, uma sensação de dèja vu e sintomas de paramnésia permeiam New Religion. Porém, quando não apenas soa como seus heróis, o Crazy Lixx solta riffs inspirados como a faixa de abertura Rock And A Hard Place. O refrão é Def Leppard até não aguentar mais, principalmente os backings em coro lá em cima! O riff que introduz My Medicine é simplesmente uma variação de Unskinny Bop do Poison, enquanto a vocalização é puro Joe Elliot (Def Leppard)… A ponte, todavia, simplesmente se torna Slipped Her The Big Ones, do Danger Danger. Até os títulos das canções “homengeiam” as bandas clássicas, como mais Danger Danger em Blame It On Love, que tem um quê de AOR. Ler mais… »

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Megadeth - Recife (Clube Português, 20/04/2010)

April 30th, 2010 by Editor

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Recife definitivamente entrou na rota dos grandes shows de metal! Depois de Blind Guardian, Stratovarius, Symphony X, Nightwish, Deep Purple, Scorpions, Helloween, Gamma Ray, Kreator, Paul Di’Anno, Motörhead, Mercyful Fate e Iron Maiden agora foi a vez do Megadeth! Tirando a desorganização terrível para a entrada no local do show e a acústica péssima do lugar, o show foi espetacular! Sem dúvida foi um dos melhores shows de metal que Recife já viu! A abertura do show ficou a cargo da banda Cruor, devido a falta de organização na entrada e toda a demora, quando entrei o show da banda já estava quase acabando, mas pelo que vi, não perdi nada. A banda era bem fraca!

Megadeth entrou no pouco cerca de 20 minutos depois do show da banda de abertura. Primeiro o Shawn Drover aparece na bateria e o público vai ao delírio: “Megadeth, Megadeth”, depois entra o Chris Broderick, David Ellefson na sequência e pra colocar a casa à baixo o Dave Mustaine entra empunhando sua bela guitarra, uma Dean Flying V e já começam a todo vapor com a sensacional Skin O’ My Teeth! O show segue com In My Darkest Hour e a sensacional She-Wolf.

Mustaine sai do palco e volta com uma Dean Flying V com a capa do Rust In Peace estampada em seu corpo. Algumas poucas palavras onde ele disse que era a primeira vez em Recife e que estava adorando a cidade. E, sem avisar, Dave começa a tocar a clássica Holy Wars… The Punishment Due e o chão tremeu no Clube Português. Nunca vi um público tão empolgado e tão participativo. Todas as letras eram cantadas e até os solos de guitarra eram “cantados” pelo público. Ler mais… »

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Pondera: resenha na Sypher Magazine

April 27th, 2010 by Editor

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A banda Pondera manda a seguinte resenha publicada na Sypher Magazine:

Eis então que, no palco principal, subia um dos destaques desta 8ª Edição do Festival de Rock Feminino: Pondera. Vindos diretamente de Porto Alegre, logo de cara conquistaram uma boa quantidade de fãs na cidade azul: após seis músicas, receberam a mais sonora salva de palmas até então - acredito, graças à boa mistura entre presença de palco e musicalidade. Destaque para a canção original Manipulado, com um solo de guitarra no mínimo encantador. Outro grande momento foi o cover de Highway To Hell, do AC/DC, seguida por Led Zeppelin (Rock & Roll), que encerrou a apresentação do quinteto.

No palco secundário, a banda Pondera fazia uma segunda apresentação a pedido da organização, visto que uma das bandas – Belle, de Porto Alegre, cujo show deveria ter sido horas antes, não havia chegado ainda. Foi uma segunda chance para o público que havia chegado somente agora no festival de conferir a qualidade das garotas.

Setlist: A Mais de Cem, Não Tenho Você, As Cartas, Bem-Vindo ao Mundo, Manipulado, Highway To Hell (AC/DC), Rock & Roll (Led Zeppelin).

[por Khali]

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Ratt - Infestation (Roadrunner, 2010)

April 23rd, 2010 by Editor

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Impressionante! Ano passado uma miríade de bandas clássicas voltou às raízes e parece que em 2010 não será diferente, muito menos com o Ratt, grupo de San Diego (EUA) que “infestou” (trocadilho intencional) as rádios e a MTV nos anos 80. Infestation é a volta por cima e em grande estilo! Desde 1999 sem gravar, Infestation retoma a sonoridade tipicamente hard rock que consagrou o Ratt! Nada de frescuras, somente aqueles refrãos empolgantes, riffs oitentistas e letras sacanas.

A trinca que abre o álbum, Eat Me Up Alive, Best Of Me (que refão! Lembra um pouco Scared do Dangerous Toys) e A Little Too Much traz tudo o que um álbum dessa ratazana necessita. Os vocais anasalados de Stephen Pearcy, solos inspiradíssimos do talentoso guitarrista Warren DeMartini ao lado de Carlos Cavazo (ex-Quiet Riot), que apesar de “cristão novo”, trouxe consigo aquela aura dos anos 80, vide sua co-autoria em Best Of Me, talvez a melhor de todas, ocupando dignamente o lugar deixado pelo falecido Robbin Crosby. Aquelas viradas de bateria esquisitas do boêmio declarado Bobby Blotzer também estão presentes, assim como o baixo de timbre de muito bom gosto do totalmente integrado Robbie Crane. Tudo somado à produção impecável de Michael “Elvis” Baskette. Ler mais… »

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Type O Negative - October Rust (Roadrunner, 1996)

April 16th, 2010 by Editor

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Com muita consternação o mundo do metal está de luto desde quarta-feira com o falecimento de Peter Steele, vocalista e baixista do Type O Negative. Nada mais justo que homenageá-lo na seção Clássicos através do álbum October Rust, lançado em 1996, sendo o quarto álbum do grupo. Ainda mais gótico que o antecessor, o grande sucesso Bloody Kisses (1993), há maior predominância de baladas em October Rust se comparado a toda sua discografia. O álbum já abre na gozação intitulada Bad Ground, nada menos do que um ruído que levaria os mais incautos a achar que seu aparelho de som estivesse estragado, para em seguida uma breve apresentação pessoal da banda.

A música propriamente dita começa somente a partir da terceira faixa, a balada Love You To Death. Steele, um poeta nato, aborda - para variar - o amor, sempre de forma doentia e passional. Compositor de todas as canções do Type O Negative, suas melodias trazem nítidas influências de Beatles, não à toa que o quarteto de Brooklyn foi apelidado de Drab Four (alusão aos Fab Four de Liverpool). Em Be My Druidess o astral aumenta um pouco, com guitarras cujas timbragens remetem às bandas góticas dos anos 80 como The Mission, Sisters Of Mercy e Joy Division. Um clima bucólico (à la Blackbird) emerge em Green Man, com grande destaque para bela ponte ao final com efeitos na voz de Steele. Ler mais… »

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Dream Theater - Porto Alegre (Pepsi On Stage, 16/03/10)

March 19th, 2010 by Editor

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Foi nesta terça-feira dia 16/03/2010 o show da banda nova-iorquina Dream Theater (fotos) em Porto Alegre. Os shows de abertura foram com Richard Powell, guitarrista do Rio Grande do Sul que tocou poucas músicas, mas conseguiu fazer com que o público já começasse a se agitar. Depois dessa apresentação apareceu a Bigelf, banda californiana de Los Angeles com seu estilo classic rock e vários elementos progressivos, uma ótima presença de palco e roupas muito extravagantes animando o público com suas músicas desconhecidas para muitos dos presentes ali. Mesmo assim mostrou que precisamos ficar de olho neles. E então veio o momento mais esperado pelos fãs que lotaram o Pepsi On Stage. As luzes foram apagadas e começou a orquestra que dá início ao show. Depois desse momento de tensão para os fãs, Jordan Rudess inicia o pianinho de A Nightmare To Remember e então cai o pano, levando o público ao delírio total. Entra James LaBrie e começa o que seria uma das performances mais surpreendentes que pelo menos eu já vi dele. A canção segue com Mike Portnoy brincando com o público, John Petrucci moendo a guitarra e John Myung como sempre sem contatos diretos com o público.

A seguir veio A Rite Of Passage, mais uma do Black Clouds & Silver Linings, que continuou mantendo um ritmo mais pesado para o show e teve grandes participações de Petrucci e Jordan usando seu iPhone para tocar. Após essas duas músicas mais pesadas surgiu Hollow Years do Falling Into Infinity para quebrar o ritmo, muita alegria do LaBrie com o público cantando junto e um final modificado com um solo de piano formidável de Rudess. E para voltar ao metal tocaram Constant Motion que é uma música “curta”, mas frenética com muita participação de todos e um solo idem de Petrucci. Depois dessa veio o Keyboard Solo que começou no fingerboard, foi para um piano muito furioso e culminou na famosa orquestra do Rudess, que levou o público ao delírio novamente. Tendo terminado seu solo, Rudess começou Erotomania e aí o público quase explodiu de tanta alegria com esse clássico de Awake, que teve Petrucci perfeito em seu solo. Continuando com Awake fecharam a sequência daquele álbum com Voices (no CD vem logo após Erotomania) e o público continuou fazendo a festa aproveitando cada segundo. Ler mais… »

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Just a little patience

March 18th, 2010 by Editor

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O relógio marcava 4h02 da madrugada de terça-feira quando Axl Rose, emoldurado por três violões, resumiu a noite: “All we need is just a little patience”, cantou com a velha voz rouca, auxiliado por um coro de milhares de roqueiros. Tudo o que aquela multidão precisava era de paciência. Paciência até o Guns N’ Roses entrar no palco em Porto Alegre e fazer todo mundo esquecer das quatro horas de atraso.

Patience, clássico do disco Lies, foi a penúltima da noite, já num bis que teve a balada Madagascar e o encerramento com a enérgica Paradise City. A essas alturas da noite, quase dia, fãs de diferentes idades, usando bandanas ou saias escocesas como Axl, tinham esquecido do sacrifício que haviam enfrentado para conferir a banda que dominou o mundo no início dos anos 90. Ler mais… »

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O certo pelo duvidoso

March 18th, 2010 by Editor

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Existe um perfil de roqueiro mais contido, menos agitadinho, intelectualizado, complacente e que dá as costas para uma série de certas extravagâncias consideradas de gosto duvidoso – encher a cara de cachaça, por exemplo, não faz parte! É a tribo dos progressivos. Na terça-feira à noite, no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, essa horda (no bom sentido, é claro) se encontrou com uma de suas divindades do momento. Um não, mas cinco deuses distintos que juntos formam a unidade sonora que é quase imbatível no gênero: John Petrucci, na guitarra; Jordan Rudess, nos teclados; James LaBrie, nos vocais; John Myung, no baixo; e Mike Portnoy, na bateria.

A Dream Theater tocou na capital gaúcha na mesma noite em que Axl Rose, a poucos metros dali, irritava o seu público com o costumeiro “dane-se” para a hora de iniciar a festa. E quem trocou o certo pelo duvidoso, se deu muito bem. Petrucci e sua turma, por consideração e profissionalismo, foram extremamente pontuais e começaram a tocar quando os ponteiros cravaram 22 horas (nem um minuto a mais ou a menos) e logo após a excelente abertura proporcionada pelos norte-americanos da Bigelf. Quando terminaram, duas horas depois, Axl sequer tinha tomado a sua primeira dose. Ler mais… »

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Com explosões e antigos hits, Guns N’ Roses agita BH

March 12th, 2010 by Editor

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Com explosões, muito fogo, efeitos especiais e velhos sucessos, o Guns N’ Roses colocou para pular os mais de 15 mil fãs que lotaram o ginásio Mineirinho para assistir à apresentação do grupo americano, na noite desta quarta-feira (10). Antes, se apresentaram Sebastian Bach, ex-vocalista do grupo Skid Row, e o grupo mineiro Uberro.

Entre o público, pessoas das mais variadas idades se espremeram na pista e arquibancadas. Desde os agora quarentões, ou quase, que no início da década de 90 viveram o auge da banda, ainda com o lendário guitarrista Slash, até os adolescentes que se acostumaram a acompanhar as novas músicas nas rádios e na internet, todos puderam aproveitar com muita energia as duas horas e meia de show que foram totalmente ao estilo Axl Rose: com muita vibração. Ler mais… »

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Giant - Promise Land (Frontiers, 2010)

March 12th, 2010 by Editor

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O Giant retorna após três álbuns! Depois do primeiro trabalho em 1989, Last Of The Runaways e Time To Burn, de 1991, a banda somente voltaria em 2003 com o III. Parecia que jamais ouviríamos falar do Giant até sair agora o quarto álbum, intitulado Promise Land. Porém, Dann Huff, vocalista, guitarrista e líder, não está mais no comando e apenas faz uma breve aparição em Believer (Redux) e Save Me. Couberam aos fantásticos Terry Brock (Strangeways, Slamer, Seventh Key) e John Roth (Winger) ocuparem os postos de vocalista e guitarrista, respectivamente. Os membros originais remanescentes Mike Brignardello (baixo) e David L. Huff (irmão de Dan, bateria) continuam o legado do Giant. Tim Lauer e Jack Holder se revezam nos teclados.

A expectativa em torno de Promise Land era muito grande, mas parece que nenhuma das canções do álbum chega ao mesmo nível da faixa-título, a soberba Promise Land. Talvez apenas a baladaça Through My Eyes, parceria com o ótimo compositor Mark Spiro (Mr. Big, Winger). AOR grandioso, melódico e execução memorável. Dann Huff, embora tenha contribuído na composição dos dois referidos temas, mais Our Love, Double Trouble, Plenty Of Love, Two Worlds e Save Me (esta também em parceria com Spiro), faz muita falta ao restante do material. Outra coisa são as letras bobas como Believer (Redux) - cujo refrão lembra muito Bon Jovi - e Never Surrender. O álbum é ruim? Nada disso, apenas poderia ser melhor! Ler mais… »

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Atrasado e sem voz, Axl Rose leva megaprodução a Brasília para fazer cover de Guns N’ Roses

March 10th, 2010 by Editor

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Axl Rose é a definição de atraso. Demorou 13 anos para finalizar o disco Chinese Democracy. Levou 13 meses, após o lançamento do álbum, para começar a turnê de divulgação. Esperou nove anos para voltar ao Brasil e, no mínimo, 1h30 para subir ao palco do Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, primeira de cinco cidades que recebem neste mês a turnê no país. O atraso se justifica: duas décadas de palco depois, Axl Rose continua parado no tempo.

O líder do Guns N’ Roses voltou ao Brasil com uma grande produção e uma super banda de sete integrantes, diferente da formação que tocou por aqui em 2001, no Rock In Rio. Audacioso, o novo show é um exemplo da megalomania de Axl Rose, com chuva de fogos e serpentinas, lança-chamas, sequências de explosões, telões modernos e artifícios diversos que funcionam bem e distraem o público de seus diferentes atrasos - um deles veio com um pedido de desculpa no final do show: “desculpem por deixar as crianças acordadas até tão tarde”. Ler mais… »

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Em Brasília Axl Rose prova que ainda é capaz de empolgar seus fãs

March 9th, 2010 by Editor

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O Guns N’ Roses abriu o primeiro show da turnê brasileira do disco Chinese Democracy de maneira incendiária, com fogo sendo lançado das laterais do grandioso palco de 20×16m montado no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, nesse domingo (7). As labaredas esquentaram o público de aproximadamente 13 mil pessoas, de acordo com a organização, para as quase 2h30 de um show recheado de sucessos do antigo Guns e que mostrou um Axl Rose ainda capaz de empolgar seus fãs. Ao longo da apresentação, mais pirotecnia e chuva de papel picado mostraram que a banda veio ao Brasil querendo causar boa impressão. “Desculpem por termos deixado as crianças acordadas até tão tarde”, brincou Axl ao final do show, às 2h40.

A música que dá nome ao disco abriu tinha dado início à apresentação às 00h13, seguida de dois clássicos: Welcome To The Jungle e It’s So Easy. Depois do solo de guitarra de Richard Fortus inspirado pela trilha de James Bond, o fogo voltou à cena acompanhando as batidas de Live And Let Die. Mas só bem mais adiante, já na metade da apresentação, é que o público cantou junto com a banda, ao som de Sweet Child O’ Mine. No final da música pôde-se ouvir o coro de “where do we go, where do we go now?”. O tradicional momento de luzes apagadas, isqueiros acesos e celulares iluminados veio com as baladas November Rain e Patience. Entre as duas, novo coro do público, puxado por Axl no refrão de Knockin’ On Heaven’s Door. Ler mais… »

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KISS - Best Of Alive 35 (Concert Online, 2009)

February 26th, 2010 by Editor

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O KISS nunca perde tempo em se tratando de faturar um cascalho! Há alguns anos a banda oferece aos fãs norte-americanos e europeus a possibilidade de sair do show já com um CD de acetato do mesmo na mão por alguns trocados a mais. Se não me engano foi em 2004 durante a turnê Rock The Nation que os CDs Instante Live começaram a ser vendidos. Recentemente, esta prática foi definitivamente retomada. A empresa alemã Concert Online é a responsável pela gravação e distribuição desta nova leva. Porém, fica difícil para os fãs menos privilegiados escolher entre tantos shows. Mais ainda adquirir a caixa com todos os 40 CDs duplos. Pensando nestas dificuldades, nada como compilar os supostos melhores momentos da turnê Alive 35 norte-americana e lançá-los num digipack duplo. Ler mais… »

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Wig Wam - Non Stop Rock’n'Roll (Frontiers, 2010)

February 19th, 2010 by Editor

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Os reis do glam norueguês estão de volta! O Wig Wam é uma paródia “séria” ao glam metal, pois, mesmo com as perucas e pseudônimos propositalmente ridículos (Glam, Teeny, Flash, Sporty), a banda faz um hard rock de ótima qualidade, tanto que foram vencedores do programa Eurovision de 2005, uma espécie de “Ídolos” da Noruega. Na linha de Vinnie Vincent Invasion, Tigertailz, Pretty Boy Floyd e do mais recente The Darkness, Non Stop Rock’n'Roll traz canções memoráveis como Do Ya Wanna Taste It e Wild One, cujos refrãos grudam na primeira escutada; riffs à la Eddie Van Halen em Walls Come Down, power ballads como nas ótimas Man In The Moon e From Here e por aí vai. Still I’m Burning tem algo levemente gótico, sendo a mais pesada do álbum. A rápida faixa-título lembra Slaughter e, mais uma vez, guitarras vanhalenianas, inclusive no solo. Em resumo, os coroas do Wig Wam entendem do riscado sem se levarem a sério (e ainda conseguem pôr algumas das bandas que citei no chinelo)! Indicado para festas regadas à cerveja. Ler mais… »

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Keel - Streets Of Rock & Roll (Frontiers, 2010)

February 12th, 2010 by Editor

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O Keel foi uma banda de um hit só na década de 80 nos EUA com a canção The Right To Rock. Tendo sido “descoberto” e produzido por Gene Simmons (KISS), o grupo teve seus 15 minutos de fama. Porém, com a chegada do grunge nos anos 90, o vocalista Ron Keel, falido, iniciou uma fuleiríssima carreira pelo country sob a alcunha de Ronnie Lee Keel. Já passaram-se 25 anos desde o álbum de estreia e, para comemorar, o Keel volta às raízes em Streets Of Rock & Roll, produzido pelo próprio e sob incentivo do selo italiano Frontiers. Ao lado dos guitarristas Marc Ferrari e Bryan Jay, do baterista Dwain Miller e do baixista Geno Arce, mais os backing vocals de Jaime St. James (Black ‘N Blue, Warrant) e Paul Shortino (King Kobra, Quiet Riot), Ron Keel retoma seus vocais poderosos em um hard rock extremamente oitentista. Os caras investiram tão alto neste revival que chega a soar como uma máquina no tempo, mas sem ser datado! Tudo o que o hard rock merece está aqui. Vocais altos, refrãos memoráveis na faixa-título (e logo de abertura), na alegre Push & Pull, na baladaça Does Anybody Believe, riffs e solos incendiários em No More Lonely Nights, The Devil May Care e Live, backing vocals na cara como em Hold Steady e Brothers In Blood… Enfim, surpreendentemente uma volta (por cima) sensacional, digna e autêntica para regozijo de todo fã de hard rock. Destaques? Todos! Com certeza Streets Of Rock & Roll é o melhor trabalho do Keel. Ler mais… »

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